Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

5 lições de liderança de Abraham Lincoln

Por André Fernandes

Abraham Lincoln recebe muito crédito por ter sido um grande líder. Francamente, a maioria de nós realmente não sabe por que ele merece ele mérito todo. O que ele fez para um líder tão extraordinário?


Aqui estão algumas de suas lições:

1. Saia do escritório e circule entre as pessoas
Em 1861, Lincoln passou mais tempo fora da Casa Branca do que nela. E acredita-se que ele conheceu cada soldado da União que se alistou no início da Guerra Civil.

Como é ser um líder acessível?
Como notável que possa parecer, em 1861, Lincoln passou mais tempo fora da Casa Branca do que nela. E as chances são boas de que se um soldado da União tivesse se alistado no início da Guerra Civil, ele tenha visto o presidente pessoalmente.

Lincoln fez questão de inspecionar pessoalmente cada estado de regimento de voluntários que passaram por Washington. Lincoln sabia que as pessoas eram sua melhor fonte de informação. E a acessibilidade construía a confiança. Ele passava 75% do dia em reunião com as pessoas. Lincoln teve uma política de portas abertas. Sim, o presidente dos Estados Unidos tinha uma política de portas abertas. Lincoln era provavelmente o principal executivo mais acessível que os Estados Unidos já conheceram.

Adivinhem? A teoria moderna do negócio traz isso. Nos dias de hoje, os gurus da administração chamam de gerenciamento em movimento.

2. Persuadir ao invés de coagir
Apesar de ter o poder da presidência, Lincoln não teve tendências repressivas com as pessoas, ele as convencia. Como ele fazia isso?

Ele se tornou amigo dessas pessoas. Aqui está Lincoln falando sobre seus métodos:
“Quando a conduta dos homens é projetada para ser influenciada, a persuasão, tipo, a persuasão despretensiosa, nunca deve ser adotada. É uma velha e uma verdadeira máxima, uma ‘gota de mel apanha mais moscas do que um galão de fel’. Então, com os homens, se você ganhar um homem para a sua causa, primeiro convença-o de que você é seu amigo sincero. Aí está uma gota de mel que pega seu coração, que, diga o que quiser, é a grande estrada para a sua razão, e que, uma vez adquirida, vai fazer com que você encontre menos dificuldade em convencer seu julgamento da justiça.”

A pesquisa moderna concorda? Sim.
Qual é a primeira coisa que a Harvard Business School ensina aos estudantes de MBA sobre a negociação? As pessoas precisam gostar de você.

Não é surpresa que as pessoas prefiram dizer sim a um pedido quando conhecem e gostam de quem está pedindo. Uma maneira simples de fazer as coisas acontecerem é descobrir semelhanças ou paralelos que existem entre você e a pessoa que você quer influenciar e, depois ressaltar essas coisas.

Lincoln tem uma famosa citação sobre o assunto:
Eu destruo meus inimigos quando faço deles meus amigos.

3. Lidere sendo liderado
Lincoln sempre dava crédito onde o crédito era devido e também assumia a responsabilidade quando as coisas davam errado.

Isso não apenas satisfazia a necessidade de Lincoln com a honestidade, a integridade e a dignidade humana; também dava aos seus subordinados a percepção correta de que eles eram, de muitas maneiras, responsáveis por suas atitudes.

Nada faz as pessoas se sentirem melhores do que isso. Lincoln não tinha problema em dizer que ele era o responsável quando algo errado acontecia. Ele confiou no julgamento das pessoas que estavam na linha de frente. Essa é uma das características de uma boa liderança militar.

“Durante o início da década de 1960, a Unidade de Pesquisa de Neuropsiquiatria da Marinha médica (agora o Centro de Pesquisa de Saúde Naval) realizou uma série de estudos sobre liderança em pequenas estações antárticas. Nesse programa de pesquisa, foi descoberto que os líderes estimados tendiam a possuir uma orientação de liderança relativamente democrática e um estilo de liderança caracterizado por uma maior participação nas atividades do que as tradicionais para uma organização militar.”

4. Estimule a inovação
Muitos serviços são pagos para incentivar a inovação nos dias de hoje. O que Lincoln sabe sobre inovação? Bem, ele é o único presidente dos Estados Unidos que sempre patenteava alguma coisa.

Anos antes de assumir a presidência, Lincoln tinha mostrado seu interesse por inovação, quando, em 10 de marco de 1849 (aos 40 anos), ele recebeu uma patente para um novo método de fazer barcos aterrados mais flutuantes.

O que é necessário para aumentar a criatividade e a inovação em uma organização? Como eu disse antes, é bastante simples: Recompensar as pessoas por tentar coisas novas e não puni-las com o fracasso. Lincoln sabia disso.

E mesmo durante seus momentos mais difíceis, Lincoln continuava a exortar os seus subordinados para ir atrás de novos avanços, implementar ideias e, ao mesmo tempo, ter tempo para aprender. Ele percebeu que, como líder do executivo, era sua responsabilidade principal criar o clima de empreendedorismo necessário livre de risco para promover a inovação eficaz.

5. Influencie pessoas através do storytelling
Lincoln era um grande contador de histórias e, ativamente aproveitou essa habilidade para conquistar as pessoas. O próprio Lincoln disse claramente:
“Eles dizem que eu conto muitas histórias. Acho que eu faço isso; mas eu aprendi em longa experiência que as pessoas simples são mais facilmente influenciadas por meio de uma ilustração ampla e bem-humorada do que de qualquer outra forma.”

Quando os alunos são convidados a recordar de discursos, 63% se lembram das histórias. Apenas 5% se lembram de alguma estatística individual. Se você é um líder como Lincoln era, você precisa saber o que inspira a moral da equipe. E a resposta é: uma boa história. O storytelling pode melhorar quase todas as áreas de sua vida.

Por que contar histórias é tão poderoso?

A professora de Stanford Jennifer Aaker fez uma pesquisa mostrando que histórias são fundamentais para o nosso senso de significado. Alguns novos estudos sugerem que se gastarmos tempo pensando sobre histórias em nossas vidas, isso pode ser a forma mais eficaz de se descobrir o que é significativo e o que não é.
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Este artigo foi adaptado do original, “Lessons From Lincoln: 5 Leadership Tips History And Science Agree On”, da Time.
Sobre o autor: Em 2004, André foi responsável por levar internet discada para mais de 4.400 cidades brasileiras. Estudou eletrônica e tecnologia na Unicamp, Harvard e MIT e Finanças na USP. Trabalha intensivamente em 2 novos projetos: Fight e Hack além de atender mais de 150 clientes na YOW Internet.


Biblioteca

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Projeto Integrado a todo vapor!

Os alunos do Curso de Gestão Comercial do 4º semestre se reúnem em equipes, para pesquisa, discussão e elaboração do Projeto Integrado.

Buscam na Biblioteca, além do espaço convidativo, as publicações que embasam a teoria dos assuntos tratados em sala de aula, os quais são a estrutura do Projeto. 

Autores como Kotler, Las Casas, Cobra, Lovelock, Al Ries e Urdan, foram consultados pelos alunos.

Equipes motivadas e animadas!


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Dia do Contador

A Faculdade CDL parabeniza os profissionais e estudantes de contabilidade pelo seu dia!




Fonte: Fenacon 

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Palestra "Qual é o seu Everest?" com Rosier Alexandre


Rosier Alexandre tinha um sonho: Escalar uma grande montanha, e por isso, realizou o Projeto Sete Cumes que consiste na escalada da maior montanha de cada continente, escalou o maior vulcão da terra e diversas outras montanhas na Cordilheira dos Andes. 




Ele planejou em detalhes a execução do seu sonho, e de forma disciplinada focou na execução e vem conseguindo conquistas inéditas e extraordinárias superando os limites da resistência humana e as condições meteorológicas imprevisíveis e abundantes em altitudes extremas.


Na vida de Rosier nada caiu do céu ou foi fácil, ele foi sequestrado por tribos selvagens na Papua Nova Guiné, conviveu com a morte de amigos nas montanhas, ajudou em resgates, sobreviveu à avalanche de maior fatalidade do Everest quando 16 pessoas perderam suas vidas, sobreviveu ao maior terremoto da história do Nepal e segue em frente impulsionado por grandes sonhos e tendo como combustível a paixão por um ideal de superação.

Rosier Alexandre é graduado em marketing, palestrante, consultor organizacional e alpinista profissional e, em suas palestras, conta sua história e planos de forma bem humorada, que inspiram e ajudam as pessoas a mudarem o jeito de pensar e agir.

Convidamos você para essa experiência!



Palestra: "Qual é o seu Everest?"
Data: 14 de Outubro.
Horário: 16h
Local: Auditório Gervásio Pegado.

A Biblioteca da Faculdade CDL, possui disponível para empréstimo o livro "Sentinela de Pedra - a conquista do Aconcágua, de autoria do Rosier Alexandre, em que, conta a sua expedição para escalar o Aconcágua - montanha mais alta da terra fora do continente asiático. Indicamos a leitura!

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Diálogos Empresariais com José do Egito Frota Lopes Filho

O "Diálogos Empresariais" lhes convida a participar de mais uma palestra! O convidado desta edição é o diretor comercial da Jotujé Distribuidora e presidente da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), José do Egito Frota Lopes Filho.



A palestra "Um olhar no mercado e outro na gestão para vencer desafios" acontecerá no dia 29 de setembro, às 18h30, no auditório da CDL.
Inscreva-se: (85) 3433.3012 / 3433.3013. 
Esperamos por você!
Mais informações aqui!

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Os 7 pecados capitais na hora de contar uma história







Camila Pati, de EXAME.com


Apresentação: usar formatos batidos são luxuriosos em storytelling

São Paulo - Contar uma boa história é uma arte que se aprende e a prática de construir uma narrativa articulada para prender a atenção é também chamada de storytelling.

Utilizado em apresentações, palestras, textos publicitários, o método, queridinho entre profissionais de marketing, pode ajudar na criação de vínculo com a audiência e aumentar as chances de sucesso na comunicação.

Alguns erros, no entanto, são fatais, e podem ser associados aos pecados capitais, segundo a professora Martha Terenzzo. Ela e Fernando Palacios estão lançando o livro "O Guia Completo do Storytelling” (Editora Alta Books). Confira quais são os erros capitais das narrativas:

1. Gula

Sucumbir à gula no storytelling é contar mais do que o necessário e confundir história com histórico. “Em uma apresentação, por exemplo, significa colocar informação demais no slide, contar inteira uma história enorme”, diz a professora. As chances de perder a atenção da plateia são grandes.

Outro perigo para o narrador guloso é engasgar, segundo Martha. “A pessoa vai se perder e se enrolar na narrativa ao tentar comunicar tudo de uma vez”, diz.

Ela recomenda que narrativas tragam as informações mais importantes e de maior apelo dramático. A habilidade exigida é a de sintetizar. “Dou aula e sei que poder de síntese é uma das coisas mais difíceis. E, por outro lado, não pode ser uma síntese tão pragmática a ponto de comprometer a informação que precisa ser transmitida”, diz Martha.

2. Avareza

Avarentos querem que só eles próprios apareçam. “O pecado é inserir elementos na narrativa que mostrem que só a pessoa (ou o patrocinador, a empresa) quer aparecer”, diz a professora.

A mesquinhez fica evidente em narrativas que deixam pouco espaço para o que realmente interessa à audiência de tão recheadas de informações desnecessárias. “Acabam escondendo o jogo na entrelinha e economizando no que é, de fato, importante”, diz Martha.

3. Ira

Impulsividade e irracionalidade explicam a relação do pecado capital com o equívoco narrativo. O erro aqui é apelar para o instinto e deixar de lado o roteiro.

Para ilustrar, a professora conta o caso de um CEO que, se sentindo inspirado naquele determinado dia, rasgou o material preparado para guiar sua apresentação e achou por bem improvisar sua fala.

Sem roteiro, a sua narrativa perdeu o fio da meada e a atenção da plateia foi embora. “As vozes foram aumentando e ele pedia que as pessoas prestassem atenção. Sem sucesso, teve literalmente um rompante de ira e mandou que todos calassem a boca”, lembra a professora.

O que de pior poderia acontecer em uma apresentação do que berrar com a plateia? Nada. Por isso, recomenda Martha, planeje mais e improvise menos. É sempre necessário ter um norte: um bom conceito para desenvolver, personagens instigantes e um fim para a narrativa.

4. Preguiça

Uma boa história nasce depois de muito esforço e um bom toque de inspiração. Nada disso combina com a preguiça. Narradores preguiçosos economizam informação. Apresentadores indolentes delegam a tarefa de criação a outros e não se envolvem no processo.

Esse pecado muitas vezes vem estampado no rosto e no corpo de um apresentador. “Para falar bem, é preciso ajustar o ritmo da voz, pensar tambem na sua linguagem corporal”, indica Martha.

5. Soberba

Arrogância e orgulho comprometem a reputação do narrador/apresentador. Quem age assim, segundo Martha, geralmente, só fala do que quer falar, sem se preocupar com a audiência.

Recentemente a empreendedora Bel Pesce cometeu o pecado da soberba, diz Martha, ao não se preocupar com as péssimas contrapartidas oferecidas pelo projeto de crowdfunding para inaugurar a hamburgueria Zebeléo, em sociedade com Leonardo Young e Zé Soares.

Outros exemplos desse erro em storytelling surgem quando a boa história é preterida pelo marketing ou quando empresas pensam no plano de mídia antes mesmo de ter um conteúdo da narrativa.

6. Vaidade

Investir mais no telling (forma) do que em story (conteúdo) é se render à vaidade. Gastar uma fortuna em "pirotecnia" para uma apresentação sem se preocupar com a qualidade da informação que é transmitida é um erro muito comum, segundo Martha.

“Às vezes por insegurança, o palestrante, apresentador, narrador capricha nos slides de Power Point mas não tem argumentos tão bons”, diz. 

7. Luxúria

Apostar em formatos batidos e artificiais de narração, estereótipos e clichês é uma atitude luxuriosa em storytelling, segundo a professora. “É comportamento típico de quem quer aplauso e, para isso, apela para uma fórmula fácil e sem conteúdo narrativo”, diz.

Narrativas que reforçam preconceitos usadas com único objetivo de arrancar gargalhadas são exemplos deste pecado.


Fonte: Exame.com

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