Biblioteca da Faculdade CDL

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O Blog da Biblioteca da Faculdade CDL é um espaço destinado à comunicação da Biblioteca com os alunos e professores, onde é possível fazer postagens e comentários relativos a assuntos que envolvam, de alguma forma, a Biblioteca e o ambiente acadêmico em geral. O objetivo do blog é informar, registrar momentos e incentivar o gosto pela leitura e pela escrita.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

... E o espaço ficou pequeno

Ontem (25/05), alunos dos Professores Denio Igor, Estevan e Carla Michele lotaram a Biblioteca para pesquisar e elaborar trabalhos de disciplinas. A maioria deles pesquisaram sobre sistemas de governo, assunto da disciplina de Ciência Política, da Professora Carla Michele, do Curso de Administração.

Todos os assentos foram tomados e a Biblioteca ficou pequena...








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Quatro cuidados que devem ser tomados ao expandir os serviços de sua empresa






Especialista Jorge Kowalski explica que ao adicionar recursos na empresa, alguns pontos de cuidado devem ser levados em consideração

25 MAI 2017
18h02

 
Algumas empresas olham outros mercados de atuação buscando agregar novos serviços para aumentar o faturamento. No Brasil, há como observar a quantidade de serviços que as operadoras telefônicas oferecem, por exemplo. Já no exterior, grandes empresas do setor de tecnologia buscam trazer mês após mês novos recursos para as suas plataformas a fim de atrair mais usuários ativos. Este processo de atualização é comum e fundamental para qualquer tipo de serviço/produto. 

Porém, ao agregar novos serviços em sua empresa, alguns pontos de cuidado devem ser levados em consideração. Jorge Kowalski, sócio e idealizador da primeira rede social de negócios para varejistas, vendedores e marcas, a Luckro, cita 4 importantes informações para você. Confira: 

1. Conheça os seus clientes, e reconheça-os. Há diversos clientes que possuem um longo relacionamento com a sua empresa, e por muitas vezes eles querem um atendimento especial ou mesmo um mimo pela lealdade. Ter um cliente fiel pode ser um dos ativos mais valiosos da sua empresa, por isso não o decepcione. Dê treinamento aos seus funcionários a fim de os preparar para identificar e solucionar possíveis problemas. Clientes assim geralmente acabam recomendando seus amigos a sua marca. 

2. À medida em que você entra em novos negócios oferecendo novos serviços para seus clientes principais, você deve estar ciente de que você pode não ser capaz de manter o mesmo nível de qualidade que encantou seus clientes em seu negócio inicial. Como você está jogando fora de seu ecossistema normal, você pode gerar novas situações de frustração potencial para seus clientes. E isso pode afetar o negócio todo. Dobre a atenção quando lançar um novo serviço, se não uma frustração pode acabar atrapalhando o relacionamento duradouro do principal. 

3. As regras definidas para o novo negócio devem ser uma extensão da experiência do cliente no negócio principal. Verifique se você mantém suas vantagens competitivas e qualidade de serviço nos novos negócios que você entra. Especialmente se para entrar em novos negócios você está usando novos fornecedores, ou canais de distribuição. Se você não aplicar a mesma paixão e controles de qualidade para eles também, um desastre pode acontecer. A qualidade de vendas e atendimento ao cliente são tão difíceis de gerenciar e manter (é por isso que eles se tornaram a minha paixão profissional) que podem acabar totalmente desalinhados entre várias linhas de negócios, colocando em risco um negócio muito maior. 

4. Se seus clientes na nova linha de negócios vêm de seu negócio original, deve tratar eles como reis. Se você falha, pode colocar em risco toda a relação (leia-se negócio). Se tiver causado algum desconforto com o novo serviço, procure oferecer algum desconto no negócio original como forma de recompensa. 

"Muitos outros ecossistemas de empresas estão se tornando tão grandes que se torna difícil manter o nível de serviço original em ecossistemas compostos por hardware, software, lojas, streaming e serviços web", afirma Kowalski. "Se a base de clientes não é cuidada de forma integrada, e só se foca no crescimento de receita, qualquer falha nos novos negócios pode prejudicar a lealdade dos clientes ao negócio com um todo", completa. 

O aprendizado que fica é que perder um cliente pode ser ruim. Mas perder um cliente "apaixonado" pode ser bem mais desastroso pois, de acordo com Kowalski, muitas vezes eles compartilham suas mágoas, podendo ou não afetar novos usuários.

Foto Dino

Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

Fonte: Terra/Dino

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Apresentação em sala de aula sobre normalização do projeto de pesquisa

Na manhã da última quarta-feira (24/05), apresentamos em sala de aula as normas da ABNT, para aplicação no projeto de pesquisa dos alunos da Professora Carla Michele, do 1º semestre do Curso de Administração.

Enfatizamos a tríade da pesquisa, dando o enfoque para a normalização de forma contextualizada.

Na oportunidade, os alunos agregaram conhecimento ao conteúdo já passado pela Professora e tiraram suas dúvidas. Posteriormente, alguns já visitaram a Biblioteca, para concluir alguns passos já avançados no projeto de pesquisa. 

Os alunos receberam o arquivo eletrônico da apresentação para servir de pesquisa durante a elaboração do trabalho.




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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Branding no PDV





23 de maio de 2017 - 13:40

Por Zeh Henrique Rodrigues*


*Zeh Henrique Rodrigues é CEO da Brainbox Branding 360, designer, especialista em marketing pela FGV, com extensão em design na School of Visual Arts (NY) e em Consumer Marketing Strategy pela Kellogg School of Management de Chicago

O tema do branding parece já estar bastante difundido e até mesmo desgastado. O que antes era restrito a um seleto grupo de empresas e consultores, hoje ganha capilaridade em todos os setores produtivos. E não importa o tamanho, localização ou atividade, o branding já é um ativo tangível para os empresários que buscam aprimorar sua visão sobre o mercado e sobre eles mesmos. No varejo brasileiro, apesar de cada vez mais empresas buscarem a gestão de marca, existe ainda um bom caminho a ser percorrido.

A base de um projeto de branding é a identificação de um propósito claro para a empresa, ou seja, o porquê da existência dela. E atualmente, os consumidores se interessam pelas causas, pela razão de alguém fazer isso ou aquilo. A definição de um propósito responde diretamente às necessidades das pessoas e necessidades atendidas significam fidelidade. Porém, no dia a dia dos negócios, não consigo perceber as empresas preocupadas em identificar qual o seu papel na cadeia produtiva. A essência, na minha visão, para que um negócio se sustente é a clareza com que se propõem a resolver problemas das pessoas.

Na verdade, percebo dois graves problemas sobre a maneira como as marcas varejistas atuam: falta de um propósito claro e/ou falta de clareza na comunicação do propósito.

Em outros países, vemos diversos exemplos de varejistas que conseguem trazer para perto dos consumidores a razão pela qual se tornaram empresas. E por que isso? Pelo simples raciocínio que citei anteriormente de estabelecer uma conexão entre duas partes antes de pensar em realizar vendas. Aliás, a venda deve sempre ser encarada como uma consequência de um relacionamento e nunca como o objetivo primário.

Ano passado, 67% dos consumidores brasileiros manifestaram estar dispostos a pagar até 15% a mais por produtos de empresas com as quais compartilham valores e crenças. Mas como saber dos valores e crenças se a marca não faz questão de mostrá-las de maneira clara? Não basta ter uma aba no site, escondida num link sob um título “Sobre nós”, acreditando que seus clientes realmente estarão interessados em descobrir informações sobre sua empresa.

O ponto de venda precisa trazer à tona, deixar explicito, tangível, próximo e atraente o propósito da marca para que, com o tempo, a relação de confiança se estabeleça. Porém, o varejo peca ao não explorar sua essência no local onde a conversão das vendas acontece. Lá, no “chão”de loja, vemos apenas prateleiras abarrotadas de produtos, vendedores sem emoção, peças de comunicação falando essencialmente de promoção e nada mais. Não existe história, não existe conexão com a marca. O objetivo é vender, não engajar.

Marcas como Muji, Pirch, Sonos e T2Tea são apenas alguns exemplos de varejos que manifestam claramente os seus porquês, as suas razões de terem aberto as portas e estarem ali oferecendo algo a alguém. A percepção sobre a marca ganha em relevância e admiração. Eu, como consumidor, entendo o meu papel e o papel daquela marca na minha vida. Posso ou não me conectar, mas a construção do relacionamento teve um início sincero e transparente, baseado em um diálogo e não em um tom monocórdico da venda promocional.

Loja Sonos no SoHo, em NY. Clareza do posicionamento da marca logo na entrada da loja

Pirch, SoHo, em NY. Visual merchandising explorando o propósito da marca

Detalhe do propósito da Muji no ambiente da loja


Movimentação boa no turno da manhã

Diversos interesses reunidos numa mesma manhã (24/05). Alguns alunos colocando em prática o aprendizado, outros pesquisando na internet, outros discutindo em equipe, outros buscando orientação para a normalização de trabalhos e uma panorâmica geral na sala de leitura, acontecendo de tudo um pouco ao mesmo tempo.

É a Biblioteca exercendo na sua plenitude o seu papel de equipamento educador e fomentador do conhecimento.






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terça-feira, 23 de maio de 2017

Praticando a pesquisa junto a acervo

Recebemos ontem (22/05) os alunos do 2° semestre do Curso de Ciências Contábeis conduzidos pelo Professor Denio Igor, para mais uma aula diferenciada na Biblioteca.


A ordem era buscar livros nas estantes, para fazer uma lista de suas referências, organizando-as em formato de bibliografia. 

Na oportunidade, o Professor apresentou aos alunos a norma da ABNT NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração, que define o formato padrão desse requisito importante da pesquisa acadêmica.

As normas da ABNT aplicadas à elaboração de trabalhos acadêmicos estão reunidas no Manual de Normalização para Trabalhos Acadêmicos da Faculdade CDL, disponível aqui.














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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Estreando no Projeto Integrado

Estreando no Projeto Integrado, a equipe do 2º semestre do Curso de Gestão Comercial, composta pelos alunos Amauri Peres, Sabrina Ellen, Claudiane Targino e Marcelene, buscou hoje no acervo da Biblioteca a fundamentação teórica, para construir o projeto, utilizando as obras Varejo no Brasil, de Juracy Parante e O Trabalho no Supermercado, de Luiz Ratto.

Para Amauri Peres, os livros ajudaram bastante na elaboração do trabalho, afirmando "encontramos tudo que precisávamos", sendo o comentário reforçado pelas colegas da equipe.


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